Se alguém conseguiu, eu também posso!

“Tudo o que a mente humana pode conceber, ela pode conquistar”. ~ Napoleon Hill

E não tem nenhum clichê nisso. O que tem é desafios maiores para uns e menores para outros.

Alguém que viveu comemorando vitórias e sendo incentivado pelos pais a arriscar, não importando os erros e falhas, até conquistar o sucesso nas menores tarefas da vida, já tem essa crença impregnada no mindset.

Alguém que cresceu no meio de uma comunidade sem esperança, sobrevivendo a cada dia, sem um mentor que tenha mostrado o lado das possibilidades para essa pessoa, talvez tenha mais dificuldade de assimilar e viver essa nova realidade.

Mas o fato é que verdadeiramente, todos temos a mesma origem genética. Podemos ser seres únicos, organicamente únicos, cada um com um DNA diferente, que se comporta diferente quando exposto a diferentes situações, mas a base é a mesma. Todos temos um DNA composto de adenina, timina, citosina e guanina.

Todos temos um cérebro, que é uma massa orgânica pensante em constante… mudança. Sim, não são somente os pensamentos que mudam conforme queremos, o nosso cérebro é dotado da capacidade de ser plástico, ou seja, ele se molda conforme é estimulado. São inúmeros os casos estudados em pessoas que sofreram lesões grave, que quando devidamente estimuladas na região lesionada, tiveram um gradual retorno das funções atingidas.

Isso significa que mesmo que as conexões neurais que você tem de infância não estejam ajudando neste momento, é uma decisão TUA mudar isso. E se você é formado do mesmo material orgânico que as outras pessoas – as que fazem e as que não fazem – então tudo o que uma pessoa pode fazer, você também pode.

Bom, então por que todos não são ricos e gênios?

Primeiro por que nem todos querem… segundo por que se fosse simples assim, talvez o mundo não tivesse graça. Por que são as diferenças, a busca pelas soluções para os problemas e as dificuldades que fazem a criatividade aflorar e que fazem de nós, humanos, seres em constante evolução, crescimento.

Terceiro, por que cada pessoa que atingiu um padrão de vida desejado, ou um sucesso almejado por outras pessoas, ou uma invenção, ou um método, ou construiu um sistema, usou uma receita de bolo. A receita de bolo dele.

Essa receita de bolo é única, mas pode ser copiada.

E quando você copia a receita de bolo, a tendência de chegar perto, ou alcançar mais do que a pessoa que você modelou, é muito grande.

Modelar. Não, não estou falando das modelos de moda. Modelar é copiar passos, palavras, forma de agir, vestir e falar. Alguns autores falam que para não modelarmos os defeitos das outras pessoas, podemos modelar apenas as coisas boas que queremos aprender com elas. Modelar é observar atentamente em outra pessoa, uma qualidade que desejamos adquirir – e fazer igual. Algumas pessoas, ao modelar, acabam em pouco tempo, agindo e falando da mesma maneira que os seus “mentores”.

Por que modelar? Eu respondo essa com outra pergunta. Por que perder tempo na tentativa e erro?

Existem três maneiras de aprendermos, e duas delas são bem parecidas.

Uma é procurando fazer da maneira como achamos que deve ser feito, na tentativa e erro. E não tem nada de errado nesse modo, mas é mais demorado e como o nosso bem mais valioso é o tempo, acho que você vai gostar das outras maneiras.

A segunda é modelando alguém que já alcançou aquilo que queremos atingir. De longe, observando e copiando.

A terceira é com a mentoria de alguém que já alcançou aquilo que queremos atingir, com contato pessoal e recebendo instruções valiosas de que passos tomar. Ou sem contato pessoal, lendo livros que essa pessoa escreveu, ou a biografia dela. Esse é o modo mais acessível para 99% das pessoas. E se você quer ganhar tempo, eu sugiro esse método.

Você já pensou que lendo 10 páginas por dia de um livro, no final de um ano, terá lido pelo menos 3000 páginas – e que isso significa que você leu em torno de 18 livros de 100 a 200 páginas? Que diferença na tua vida você acha que 18 livros de alto impacto vão fazer? Não falo de livros de história, ficção… autoajuda mesmo.

O Brasil tem algumas coisas engraçadas e às vezes não nos damos conta disso. No Brasil, existe uma mentalidade de que é errado ganhar dinheiro (as novelas ajudam a pregar isso, é verdade); no Brasil, existe uma idéia de que autoajuda é besteira, pelo fato das pessoas acreditarem que a ciência convencional é o único caminho para a solução das questões da vida. Também existe um incômodo sistemático em torno da simplicidade das técnicas descritas em milhares de livros. Bom, o fato é que como o próprio nome diz, “autoajuda”, depende que você se esforce um pouco mais para entender sobre o que está lendo e aplicar na sua própria vida – ou buscar um curso ou seminário do autor de modo a VIVER o livro. E isso tem tido cada vez mais no Brasil.

Se você leu O Poder do Foco, do Paulo Vieira e não entendeu, pode vivenciar ao vivo, no Método CIS, o maior treinamento de inteligência emocional do Brasil – www.metodocis.com.br – Eu não ganho nada para divulgar esse treinamento, mas sou muito grato pelo que já aprendi com o Paulo e continuo aprendendo – e entendo que esse treinamento pode transformar a tua vida.

BOA QUARTA!

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