Pode parecer louco, mas eu amo ver pessoas felizes e bem sucedidas junto comigo. A vida é uma jornada e não uma competição.

Pode parecer louco, mas eu amo ver pessoas felizes e bem sucedidas junto comigo. A vida é uma jornada e não uma competição.

“Se alguém te deseja o MAL, deseja o BEM a essa pessoa. Cada um oferece o que tem.”

Existem duas formas distintas de encarar as pessoas na nossa vida:

? Uma onde você trata os demais como concorrentes, está sempre buscando estar um passo à frente, afinal, o mercado é canibal, e quando elas tem uma vitória, você se morde de raiva, por que era você que queria estar lá. Quando as outras pessoas compram um carro novo, você inveja ardentemente aquilo, pois era você que queria aquilo. E talvez, se escorando no sucesso dos outros, você até tenha sucesso. Você usa o sucesso dos outros, como combustível para acordar mais cedo, fazer mais, para ser mais… do que os outros. E quando um dia, se mesmo com esse pensamento egoísta, você atingir o topo, a vida perde o sentido, afinal terminou o jogo, você ganhou. E agora?

? Outra é se ASSOCIANDO com pessoas melhores do que você, buscando ser MELHOR do que VOCÊ ERA ONTEM. O objetivo não é ser melhor do que os outros, mas melhor do que você foi. Não existe mais uma corrida, não é um jogo. É uma jornada. Uma jornada sem fim, com objetivo única e simplesmente de ser melhor, para viver melhor o presente. O passado? Ficam no passado as experiências, os resultados positivos e negativos – ambos te alavancando para o futuro: você usa os sucessos para provar para si mesmo que é capaz de fazer mais, e usa os fracassos para saber o que precisa melhorar ou fazer de outra maneira. E as outras pessoas, e concorrentes? Você trabalha JUNTO, apoia e é apoiado, busca ser mais para se manter no nível do grupo e contribuir ativamente para mostrar para aquelas pessoas, que você é digno de estar ali com elas.

E talvez chegue um ponto em que você cresça muito mais, e comece a sintonizar com outras tribos, que falem melhor a sua língua e os teus interesses.

Minha visão é que hoje ainda vivemos em uma sociedade industrial. Sabe a Era Industrial? Século XVIII? Pois então. Boa parte das pessoas que vejo, são a evolução da sociedade industrial: cedo da vida, são colocadas em escolas com conteúdos focados em um aprendizado genérico para serem… aprovados no vestibular, que vai formar ótimos empregados. Não tenho nada contra ser empregado, eu mesmo já fui e hoje tenho mais de 250 pessoas que trabalham comigo, mas tem uma diferença entre o empregado que baixa a cabeça e obedece, e o que tem espaço empreender dentro do seu trabalho. O que eu vejo como diferencial é que como a escola não ensina isso – o empreendedorismo – são pessoas que, como eu, tiveram que buscar por si próprios, ou incentivados por seus pais, a pensar diferente. Diferente do que ensinam na escola, na faculdade, no mercado de trabalho mediano.

O mesmo mercado de trabalho que ensina as pessoas a buscarem o prazer imediato, comprando coisas que nem precisam, mas que custam apenas 10x de X reais, ou carros que não podem pagar, mas custam apenas 60x de X reais, e no fim, ficam presas a seus empregos, porque dependem disso para pagar as coisas velhas que já nem são tão valorizadas. E o medo de inovar? Se eu inovar, posso perder o emprego, então vou me focar em fazer o que sempre fiz aqui. E os meus amigos? São todos do trabalho! Se eu sair, irei perdê-los! E você fica no emprego atual, fazendo as mesmas coisas, mesmo que não goste, com MEDO do que PODE perder.

E o círculo vicioso continua. Geração após geração, desde antes de 1700. Um círculo que você talvez queira sair, mas não sabe por onde começar.

O que eu proponho? Analise o seu círculo de amizades: eles representam aquilo que você quer ser? Existe alguém que represente aquilo que você quer ser? Modele essa pessoa, aprenda como ela pensa, entenda os seus valores. O que você faz hoje, te faz feliz? Se faz, ótimo. Se você está preso ao que faz, apenas pelas contas que já fez ou pelos amigos, minha sugestão:

– Pare de fazer carnês. No início, dói na carne, mas no momento seguinte, você percebe que é mais feliz sem muitas das coisas que não precisaria ter comprado.

– Busque uma tribo fora do seu trabalho. Um grupo de pessoas que fale a sua língua, que te apóie e você possa apoiá-los, que faça você ser MAIS.

– Procure aquilo que te faz feliz. Talvez você tenha que aprender uma nova profissão, estudar muito, trabalhar muito, mas vai estar fazendo por um propósito que realmente importa para você, e não por incentivo forçado do medo do que pode acontecer “se não” fizer.

– E o dinheiro? Talvez você esteja em uma situação desconfortável hoje, sem dinheiro, sem emprego, sem perspectiva. Eu sempre disse que antes de sair de um emprego que você não gosta, saiba para onde vai ir, ou o que vai fazer. Ficar fora do mercado é a pior coisa que pode acontecer. Ah, mas a crise fez com que eu tenha sido demitido… ótimo, aproveite para aprender tudo o que puder sobre a tua área, para se tornar um profissional ainda melhor, e indispensável pelo seu próximo emprego. Se você for olhar o mercado, sobram vagas. Faltam empregos, ou vontade de fazer 100 entrevistas? Falta vontade de fazer 100 entrevistas, ou medo de ser rejeitado 100 vezes?

Resiliência… o importante é ir em frente, apesar da chuva, das circunstâncias, da rejeição. Vá em frente.

– Ser empregado ou empreendedor? Ok, agora vamos ser racionais: você passou a vida toda trabalhando em um emprego, que descobriu que não gosta. Sendo empreendedor também terá que fazer coisas que não gosta: se quer abrir uma padaria, terá que cobrir o padeiro nos dias em que ele faltar, o caixa, a tia da limpeza… eu brinco que muita empresa, inclusive a minha primeira, começou como uma “eupresa”. Era EU e mais ninguém. Existem uma série de competências necessárias para se abrir um negócio, e o Sebrae tem um curso muito bom para essa base, chamado EMPRETEC. A pergunta que eu faço é: você pode empreender no seu emprego atual? Ouse, proponha mudanças, proponha métodos mais produtivos. A melhor forma de empreender é com o dinheiro dos outros… então se você tem essa intenção, comece a empreender no seu trabalho atual, e quando você ver, talvez se torne sócio!

O post ficou gigante, mas eu quero terminar com a história do Zé Alegria, de autoria desconhecida.

Tinha uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros. Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições. Todos que viviam ali trabalhavam na roça do senhor João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso.

Um dia, chegou ali um novo empregado, o Zé Alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho. Foi admitido e recebeu, como todos uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali. O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova. Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos. Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam. Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé Alegria.

Outros trabalhadores lhe perguntavam: como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?

O jovem olhou para os amigos e disse:

– Bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho. E posso escolher como viver. Ao invés de criticar e reclamar prefiro agradecer por ele. Quando comecei trabalhar aqui, percebi as condições e tratamento que as pessoas recebiam e como ninguém me obrigou a aceitar este emprego, não tem sentido eu ficar reclamando. Não é justo que agora que estou aqui, fique criticando. Pelo contrário, farei com capricho e amor tudo aquilo que aceitei fazer.

Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, olhavam-no admirados e comentavam entre si: “como ele pode pensar assim?”

O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância. Um dia o Sr. João pensou: “Alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda. “Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.”

Num final de tarde, o seu João foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda, convite que o rapaz aceitou prontamente. E com o novo cargo veio também uma nova casa e um novo salário. E seus amigos logo começaram a falar que ele era um grande puxa-saco, pois tinha convidado aquele crápula para tomar café em sua casa.

Passado algum tempo, seus colegas chegaram até ele e foram comentar como ele era sortudo e como tudo dava certo para ele. A resposta do jovem veio logo:

– Em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que não somos vítimas do destino. Existe em nós o livre arbítrio e assim, a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um. Continuou ele:

– Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas no mundo que a cerca. Mas, o que geralmente ocorre é que, ao invés de agir, jogamos a responsabilidade da nossa desdita sobre os ombros alheios. E esperamos que eles atendam às nossas expectativas, que eles mudem, que eles sejam e ajam como nós queremos. Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos. Desta feita, eu decidi mudar a minha vida e para que isso aconteça sei que não poderei mudar a ninguém que não seja eu mesmo. Esta é a única maneira de colher mudanças positivas a longo prazo. Eu consegui o maior desafio do mundo. Eu mudei a mim mesmo e hoje sou o responsável pela minha vida e destino.”

#saiDaMedia

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