Sindrome do Impostor: elimine com 20 técnicas práticas ainda hoje!

  • Você não pertence a este grupo.
  • Bom? Nada, você teve foi sorte!
  • Eles vão perceber que você não é bom o bastante

Se você já pensou consigo mesmo: “Um dias as pessoas vão perceber que eu não sei tanto quanto eles pensam que eu sei”, então você não está sozinho no mundo! #tamojunto!

José Aldo sempre foi um bom aluno. Na escola e na faculdade ele sempre tirou boas notas e criava os melhores trabalhos de pesquisa. Mas, quando chegou no doutorado, começou a duvidar das suas habilidades. Agora ele não estava apenas estudando para tirar boas notas, mas na verdade, conduzindo experimentos com outras pessoas.

O sentimento que vinha à mente constantemente, era algo tipo “o que me dá o direito de estar aqui?”.

Nesses momentos, ele não apenas sentia que estavam lhe faltando certas habilidades, mas tinha ainda a dúvida de merecer pertencer àquela posição. Uma sensação de estar sendo jogados para o fundo da piscina e necessitar aprender a nadar urgentemente, mas não estar apenas se questionando se poderia sobreviver.. a dúvida era “eu sou um nadador”?
Esse é o sentimento da síndrome do impostor. Descrita pela primeira vez em 1970 pelas psicólogas Doutoras Suzanne Imes e Pauline Rose Clance, o fenômeno do impostor ocorre entre os grandes empreendedores que não são capazes de internalizar e aceitar o seu sucesso. Eles costumam atribuir suas realizações à sorte ao invés de capacidade, e temem que outros acabarão por desmascará-los como uma fraude. Embora o fenômeno do impostor não seja um diagnóstico oficial listado na psicologia clínica, psicólogos e outros reconhecem que é uma forma muito real e específica de auto-dúvida intelectual. Sentimentos de impostor são geralmente acompanhadas de ansiedade e até depressão. Por definição, a maioria das pessoas com sentimentos impostor sofrem em silêncio, diz Imes. “A maioria das pessoas não falam sobre isso. Parte da experiência é que eles têm medo que os alguém vá descobrir a fraude”, diz ela.
Contudo, a experiência não é incomum, ela acrescenta. Com esforço, você pode parar de se sentir como uma fraude e aprender a apreciar as suas realizações.

Você provavelmente já sentiu o mesmo. Eu também. A maioria das pessoas, na verdade. Mas isso chega a ser  engraçado, pois o elemento crucial da síndrome do impostor é o sentimento de que você é a única pessoa do seu meio de relacionamentos a pensar que é uma fraude.

As pessoas que sofrem desta síndrome, tanto de forma permanente, como temporária ou frequente, parecem incapazes de aceitar os as suas realizações na vida. Não importa o nível de sucesso alcançado em um estudo ou trabalho realizado, e quaisquer provas externas das suas competências, essas pessoas permanecem convencidas de que não merecem o sucesso alcançado e que de fato são nada menos do que fraudes, verdadeiros impostores. Daí o nome síndrome do impostor.

Geralmente, as provas de sucesso são internamente desmerecidas como resultado de sorte, estar no lugar certo e na hora certa ou qualquer outra desculpa esfarrapada, com o intuito de se colocar abaixo do resultado alcançado.

Há um estudo realizado pela psicóloga Gail Matthews, da Universidade Dominicana da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrando que esta síndrome é mais comum entre mulheres, atingindo especialmente 70% das mulhers bem sucedidas em suas profissões. (Fonte)

Por que tantas pessoas reconhecidas como cultas realmente não sabem de p**ra nenhuma, enquanto muitas pessoas inteligentes não tem certeza de si mesmos? ISSO É UMA QUESTÃO SÉRIA!!! Bertrand Russell disse uma vez:
“Todo o problema do mundo é que os tolos e os fanáticos estão sempre tão certos de si mesmos, e as pessoas mais sábias, tão cheias de dúvidas”.

A síndrome do impostor é caracterizada pela incapacidade das pessoas acreditarem nas suas próprias competências pode ser vista como o oposto do Efeito Dunning-Kruger, o fenômeno pelo qual indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto, acreditam saber mais que outros mais bem preparados, fazendo com que tomem decisões erradas e cheguem a resultados indevidos; é a sua incompetência que os restringe da habilidade de reconhecer os próprios erros. Estas pessoas sofrem de superioridade ilusória.

 

Por outro lado, as pessoas experientes percebem quantas vezes elas erraram no passado e, por vezes, também as vezes quando estiveram certos.

Mas dar o seu melhor não é o mesmo que ser o melhor. Da mesma forma, há uma nítida diferença entre tentar melhorar a si mesmo e ser melhor do que qualquer outra pessoa. A superação da síndrome do impostor requer auto-aceitação: você não tem que atingir a perfeição ou o domínio para ser digno do sucesso que você conseguiu e quaisquer elogios que você ganha ao longo do caminho. Não é sobre reduzir o nível de exigência – trata-se de redefinir para um nível realista que não deixe você sempre se esforçando e sentindo-se frustrado. Você não tem que ser Einstein para ser um ativo valioso para a empresa onde trabalha e para aqueles que convivem com você. Nem tem que atingir a perfeição para compartilhar algo com o mundo que enriqueça a vida das outras pessoas de alguma forma.

O mega autor e marketeiro Seth Godin, escreveu no seu livro “The Icarus Deception”, que depois de uma dúzia de best-sellers, ele ainda se sente o tempo todo como uma fraude. Este problema só se agrava à medida que confiamos mais no que dizem as redes sociais. Estamos nesta cultura estranha, onde você tem que vender-se de forma agressiva, permanecendo “autêntico”. Você acha que precisa ser perfeito, mas você também precisa se sentir livre para falhar.

Você precisa ser você mesmo e muito mais! Está tudo pronto para fazer você se sentir como uma fraude.

Estudos mostram que a síndrome de impostor está relacionada à ansiedade e medo intenso de falha. Então, você corre para manter a fachada, mas quando você trabalha duro para se certificar de que você não será descoberto, isso só reforça a crença do impostor. Você enganou-os novamente. Mas da próxima vez que você pode não ter tanta sorte.

A síndrome do impostor é um jogo interno, que você precisa vencer. Para te ajudar na batalha, vou te contar 21 maneiras que eu descobri para resolver essa questão antes que comece a atrapalhar a tua vida – ou pare de atrapalhar se já estiver ocorrendo.

21 maneiras para superar a síndrome do impostor

1. Fale com os seus mentores

Converse sobre o assunto com seu Coach, Mentor, seus pais ou pessoas de confiança. É mais fácil com pessoas com quem temos acesso mais fácil, pois a chance de sermos desmascarados em nossa ignorância fraudulenta é menor. É como jogar contra nós mesmos, mas de uma maneira segura e por isso, com menor resistência.

2. Reconheça os teus talentos

Ajudar outras pessoas a fazer coisas que você tem conhecimento, ser mentor de outras pessoas, alunos ou empreendedores para que você sinta que está sendo útil e de fato, uma não-fraude, visto que outras pessoas irão se tornar gratas pelo teu conhecimento, que é justamente o que a síndrome do impostor desvaloriza.
Concentre-se no valor que você tem e constrói – não em atingir a perfeição.

3. Lembre-se que você faz bem

Faça uma avaliação realista das tuas capacidades. Se você chegou até aqui e ainda não desistiu de ler, certamente é uma pessoa muito inteligente, mas não é um gênio. Anote em um caderno agora, no mínimo 30 coisas em que você é bom, e as áreas que podem precisar de mais atenção. Isso vai ajudá-lo a reconhecer onde você está indo bem, e onde há espaço legítimo para a melhoria. Se você não conseguir chegar em 30 coisas, pense nas coisas menores, você precisa valorizar mais as pequenas vitórias do dia a dia para chegar nas grandes vitórias, então coloca aí: sou um excelente amarrador de cadarços. 

4. Na boa, ninguém é perfeito

Sério, nem vou falar muito sobre isso, mas pensa direito: se todos os outros fossem perfeitos, o mundo seria perfeito e você seria expulso do mundo. Simples assim. Até mesmo os GURUS FALHAM. Você vê aqueles vídeos de 1 hora no Youtube perfeitos, sem erros… que levaram 12 horas para ser gravados e regravados. Fica lindo, é ótimo mesmo, mas não fica se comparando com a perfeição dos outros – que é efêmera, igual aos teus momentos de perfeição, que você não está valorizando.

O Windows tem bugs. Sempre teve. A Microsoft começa cada projeto com a certeza de que eles vão optar por lançar um sistema com bugs conhecidos. Se eles tentassem torná-lo perfeito, nunca teriam terminado. Então, eles se concentram em lançar o “bom o suficiente”. E isso não é ruim. Ok, quando dá tela azul no Windows é ruim. Mas a Microsoft vendeu o sistema para você, então é bom (para eles).

5. Esqueça

Normalmente eu me sinto como uma fraude quando eu acho que sou mais importante do que eu sou. Quando você se sentir como uma fraude, na verdade é em relação a alguma perfeição que na verdade nunca existiu. Deixar de lado um pouco do seu excesso de auto-importância irá ajudar você se sentir menos como uma farsa. Em resumo, pratique a humildade.

6. Aceite que você tenha tido algum papel no seu sucesso

Nós nos sentimos como fraudes porque somos “incapazes de internalizar os nossos sucessos”. Eventualmente tivemos uma oportunidade que outros não tiveram. E baseado nisso, nada que vier a partir desta oportunidade, será entendido como realmente merecido.

Nem tudo na vida é “justo”. Mas você fez algo para chegar onde você está: você pelo menos disse sim quando você poderia ter dito não – ou talvez você disse não quando você poderia ter dito sim. 

7. Concentre-se em fornecer o valor

Sinto-me como uma fraude quando eu estou preocupado comigo mesmo. O que os outros vão pensar de mim? Se eu errar ou escrever baboseira, vão me evitar. Eu não sei tanto quanto aquele outro cara, não tenho o direito de dizer qualquer coisa sobre o assunto. Blá blá blá. O caminho mais rápido para superar o sentimento de fraude é realmente tentar ajudar alguém. O segundo caminho mais rápido é não se importar com as críticas ou com os erros, afinal eles fazem parte do aprendizado de todos. O T. Harv Eker fala que “todo mestre um dia foi um desastre” – em inglês até rima: “all master was once a diaster”.  

Com base na pesquisa de Carol Dweck, um estudo recomenda foco na aprendizagem, em vez de desempenho. Pessoas com síndrome do impostor, muitas vezes pensam que não são inteligentes o suficiente. E elas não acham que podem ficar mais espertas. Então, elas se concentram em metas de desempenho como: “como posso obter a melhor pontuação?” – em vez de aprender metas como, “Como posso melhorar minha produtividade?”. Foco na melhoria significa que você sabe que não é perfeito, mas você sabe que pode ficar melhor. Com essa atitude, você pode fazer. E se você falhar, bem, pelo menos você aprendeu alguma coisa, verdade o verdade? Focar exclusivamente em metas de desempenho significa que qualquer coisa menos do que perfeito = morte. Isso é incrivelmente estressante e vai levá-lo a fazer as coisas que são extremas, insalubres e talvez antiéticas.

8. Manter um arquivo de mensagens dizendo coisas boas sobre você

Alguns autores sugerem manter um diário de sucessos, onde todos os dias você vai escrever quais os teus sucessos do dia para quando tiver uma recaída, possa recorrer àquele diário para buscar uma nova carga de energia e motivação. No caso da síndrome do impostor, é um diário de mensagens que outras pessoas te enviaram te parabenizando por algo que você fez de bom a elas. É muito fácil coletar este tipo de depoimento no Facebook, tirar um print da tela e imprimir a parte que interessa para colocar no “diário das coisas boas sobre você”. Além disso, se você não tiver nenhum, peça, as pessoas não se negam em reconhecer as ajudas verdadeiras e desinteressadas. E por que isso? Para rever quando você estiver se sentindo uma fraude.

9. Pare de se comparar à pessoa “x”

Certamente você tem alguma pessoa em que você se espelha, que você tenta repetir os passos ou que é o seu mentor indireto. O espelhamento é muito bom quando conseguimos manter o discernimento de que não somos a outra pessoa, não nascemos no mesmo berço e nem temos a mesma experiência de vida. Comparar-se com outras pessoas, seja as mais bem sucedidas ou as menos, vai criar apenas uma baixa auto-estima ou uma pseudo alta-estima.

Eu poderia estar me comparando com Tim Ferriss, Napoleon Hill, T. Harv Eker, Anthony Robbins ou outros autores que eu admiro. Tenho um objetivo de alcançar o sucesso que eles tiveram nas suas áreas de atuação, mas entendo que tenho uma longa caminhada para subir, e durante esse percurso, posso impactar milhões de pessoas, da minha maneira, e isso que me motiva a escrever todas as semanas aqui e todos os dias no Facebook. Mesmo quando me inspiro em trechos de textos de outros autores, tenho certeza de que eu poderei impactar pessoas diferentes, com os enxertos que eu adiciono nos fragmentos adaptados.

Você não está aqui para viver a vida de outra pessoa. Você está aqui para fazer a tua vida. Se te atrapalha, saia do Facebook e pare de cuidar a vida dos outros, saia do Instagram, pare de ler biografias de pessoas “bem sucedidos” e aprenda a respeitar a tua própria experiência. Você não é uma fraude, você é apenas você, com a tua experiência de vida, que é única.

10. Exponha-se totalmente

Parte da arrogância que causa a síndrome de impostor é a crença (geralmente inconsciente) de que você tem poderes que o mundo não poderia suportar. Ou talvez seja você pense que é uma aberração mega-super-hiper-especial. Você certamente tem a capacidade de oferecer ao mundo algo que ninguém mais pode… mas não é nada tão selvagem! Esqueça esse papo de que existe algo especial que só você tem e os outros não: deixe disso, você é normal.

11. Lembre-se: estar errado não faz de você uma fraude

Os melhores jogadores de basquete perdem a maioria dos arremessos que fazem. Os grandes empresários também já faliram ou perderam muito dinheiro. Presidentes estão errados sobre várias coisas o tempo todo. Os melhores times de futebol também perdem jogos e campeonatos. Em um ano estão ganhando todas, no outro, perdendo todas e sendo rebaixados.

Perder é apenas uma parte do jogo. Não glorifique a falha, não dê a atenção que ela não merece. 

12. Um dia, você vai morrer, e eu também

Imagine você agonizando na cama do hospital, o padre chegando para esperar o teu coração parar de bater e você estático, sem poder fazer nada, lamentando que passou a vida inteira sem fazer as coisas que queria, porque você sentia que era um impostor. Agora volta pra realidade e para com esse mimimi de fraude, não merecimento ou síndrome do impostor. Você tem um poder imenso ai, que pode te forçar a seguir em frente, apesar do sentimento de fraude que ainda vai incomodar um pouco. Ou não.

13. Limpeza do fluxo consciente

Essa é uma maluquice sugerida por um autor, mas que ajuda a esvaziar a mente consciente. Faça isto: escreva tudo que vier à sua mente, sem parar por 30 minutos. SEM PARAR. Se não houver nenhum pensamento em sua cabeça, escreva “eu não consigo pensar em nada”. Essa prática irá te colocar em contato com o que está acontecendo dentro de si mesmo. E vai te mostrar o quão tola é a síndrome impostor.

14. Diga o que você não sabe

Eventualmente as outras pessoas nos colocam em posição de “expert”. Isso é uma merda. Quando de fato temos competência para resolver uma questão, é ótimo pois regozija a alma, mas quando trata-se daquela vírgula que foge um pouco da nossa expertise, Deus me acuda, eu sou uma fraude se não resolver isso! NÃO! É simples, nós não temos a obrigação de saber TUDO. Como resolver? Simples: assumindo que aquela “vírgula”, você não sabe, mas que você vai pesquisar e dar um retorno – ou indicar onde a outra pessoa pode obter o resultado do que precisa, já que não é a tua especialidade.

Admitir que você não encontrou a solução perfeita, mas você chegou perto o suficiente – e ninguém é obrigado a saber de tudo! Ainda mais hoje em dia que a maioria das dúvidas já estão respondidas no Youtube por alguém que se deu o trabalho de fazer um vídeo explicando como fazer passo a passo, várias coisas do cotidiano. Eu não sou expert em máquina de lavar roupas ou geladeiras, mas com o Youtube, aprendi a limpar o fluxo de ar quente da minha máquina de lavar roupas (ela seca também) e o da geladeira (que insiste em congelar eventualmente). E admito, é tudo o que sei de conserto de máquinas de lavar roupas e geladeiras.

15. Perceba que ninguém sabe o que está fazendo

A maioria das startups falham. Sabe quanto? 80% das startups fecham antes de 1 ano. Mesmo aquelas que você ouve falar que conseguiram um aporte de milhões de dólares – e a verdade é que esses milhões de dólares são para injetar no desenvolvimento da startup, ou seja, para cobrir custos que a startup não consegue suprir no dia a dia dela. E às vezes esses custos andam mais depressa do que a receita, os ventos do mercado mudam e… puff… sumiu uma startup. Ninguém sabe exatamente o que está acontecendo dentro do negócio, apenas os sócios. Há uma centena de pessoas que vai dizer que sabe o que está acontecendo, começam a fazer predições de futuro. E nem precisa ser de fora: em algumas empresas, as conversas de corredor são os principais meios de transporte das informações mentirosas. 

O mundo em que vivemos é o resultado de um monte de pessoas corajosas tentando, fazendo, falhando e dando certo de vez em quando. Ninguém de fato sabe o que vai acontecer. E você não é um impostor por tentar algo que não sabe se vai funcionar. Você é um herói.

16. Tome uma atitude

Pessoas com síndrome impostor vive em abstração. É impossível para a síndrome sobreviver quando você está agindo. Agir prova que você não é uma fraude. Ele testa a sua perícia no mundo real.

A síndrome do impostor não pode fazer danos à pessoa que age – você pode até continuar sentindo aquela pontinha de fraude, mas agindo, você irá reduzi-la à um tamanho insignificante.

17. Perceba que você nunca é você

Estamos todos em constante mutação. Você está constantemente se tornando uma nova pessoa. O você de hoje é diferente do você de ontem. Suas opiniões mudam com novas informações. Você gasta 6 meses comendo bolo de chocolate e então você passa os próximos 6 meses na academia. No ano passado você estava obcecado com House of Cards, e agora você não quer nem chegar perto desse negócio de politicagem suja. Talvez você tenha acordado com bom humor nesta manhã. Talvez você tenha aprendido algo novo desde o momento em que acordou até agora.

Você está em constante mutação, crescendo. Está ficando cada vez melhor.

18. A autenticidade é uma farsa

O que é ser autêntico? Eu não vou escrever uma carta para a minha avó usando as mesmas palavras que eu uso para escrever para a minha irmã. Se eu estou vendendo sistemas de segurança, eu vou montar uma campanha de vendas para o público técnico, das empresas de segurança, e outra campanha de vendas para o público de varejo, que curte o “faça você mesmo”. Não faria sentido falar com públicos distintos da mesma maneira, a comunicação seria falha para algum deles. O que eu quero dizer é que não há nenhuma pessoa além de você. Sempre. A síndrome do impostor vai querer que você acredite que está sendo inautêntico, que você é um mentiroso. Dã… tá, se isso é verdade, então onde está o seu verdadeiro eu!? Ix, complicou…

A síndrome do impostor não vai te dar uma resposta, PORQUE NÃO TEM! 

 

19. Encontre uma pessoa e diga: “eu sou uma fraude”

Ser capaz de dizer isso em voz alta para outra pessoa pode ser uma grande ajuda. Especialmente quando elas riem de você por isso – e te explicam por que você não é uma fraude.

20. Finja

Fingir não faz de você uma fraude. Se você sorri, seu corpo vai ser mais generoso com os hormônios da felicidade e realmente vai fazer você mais feliz. Neuroplasticidade é a capacidade do nosso cérebro de se adaptar à novos pensamentos, hábitos e crenças. Aqui nesse post no facebook eu explico melhor isso.

Estratégias mais importantes

  • Foco na aprendizagem: Esqueça o “Senhor Incrível” ou a “Senhora Incrível”. Você pode buscar ser melhor hoje do que foi ontem. E deu. Concentre-se nisso: ser melhor do que foi, mas nunca “o melhor de todos”.
  • Metas: Pare de tentar ser o prefeito. Crie metas atingíveis.
  • Tire a máscara: Converse com alguém que você acha que está enfrentando o mesmo problema. Você não está sozinho. Eu sei disso, mas talvez você precise ouvir de outra pessoas. Nós todos usamos máscaras de vez em quando. É parte da vida. Mas a partir de agora, se você estiver evitando fazer algo porque você é um impostor, então faça por que você é um vencedor!

PS: pode ter ficado alguns erros propositais de português no meio, vou corrigir até o dia 18. Por que eu não sou perfeito. 😀

Referências:

-https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_do_impostor

-http://startupbros.com/21-ways-overcome-impostor-syndrome

-http://www.bakadesuyo.com/2015/09/impostor-syndrome/

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About The Author

Empreendedor em série, graduado em Administração de Empresas, cursou Técnico em Processamento de Dados na UFRGS e Engenharia Elétrica na PUCRS. Atua no mercado de Datacenter/Cloud desde 1998. Fundou a WeBrasil, HostNet e Cyberweb, atualmente controladora da KingHost - provedor de hospedagem de sites com 60 mil clientes. Em 2012, criou a Giga Internet, provedor de internet wireless que atende 15 cidades no Rio Grande do Sul. Em 2016, começou o projeto Riqueza Sem Limites, com visão de exportar inspiração e conhecimento de alto nível para além das fronteiras Brasileiras. Atualmente dedica 50% do tempo para estudar assuntos ligados à neurociência, psicologia comportamental e biohacking.

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